O nome dele
O teu filho é o protagonista: o nome dele aparece na história e na narração.
Soa-te familiar?Grandes mudanças
Aquele «quero a minha casa de antes» que te trespassa...
O caracol que leva a sua casa
O que estão a viver
Com a mudança está sobrecarregado: tem saudades do quarto, dorme mal na casa nova e tudo o deixa nervoso.
A camada emocional
O que o teu filho pratica
O teu filho descobre que, como o caracol, a sua casa vai dentro dele e viaja com ele para o lugar novo
O protagonista deixa para trás o quarto, os seus cantos, e na casa nova tudo soa e cheira diferente: o corpo não reconhece nada. Encontra o caracol, que leva sempre a casa às costas e por isso está em casa onde quer que vá. Aprende que a sua casa não eram só as paredes: são as pessoas, a rotina, o peluche de sempre, e tudo isso viaja com ele. Aos poucos, a casa nova começa a soar como a sua.
Não é uma história genérica com um nome por cima. Cada resposta muda mesmo algo no conto:
O teu filho é o protagonista: o nome dele aparece na história e na narração.
O texto adapta-se: frases mais curtas e concretas para os mais pequenos; um pouco mais de matiz para os maiores.
Os interesses dele (dinossauros, o mar, os comboios…) entram na história para o prender.
Escolhes o momento exato que desencadeia o desassossego em casa: a história começa aí, não num exemplo genérico.
Se grita, se atira ao chão ou se fecha: o protagonista vive-o de forma parecida, para se reconhecer.
A situação que vivem, por exemplo: vamos mudar de casa · já estamos na casa nova e tudo é estranho · tem saudades do quarto de antes · não quer dormir no quarto novo · as caixas e a desarrumação alteram-no.
A frase que leva consigo
«Mudamos de casa. A minha casa vai dentro de mim. Também estou aqui.»
Não aplicamos um arco universal. Esta situação tem uma receita narrativa concreta: Mudança e pertença.
A mudança de casa abala-o
O teu filho descobre que, como o caracol, a sua casa vai dentro dele e viaja com ele para o lugar novo
Lemos o comportamento como um sinal e concretizamos que necessidade esta receita pode acompanhar, sem transformar essa hipótese de trabalho num diagnóstico.
Mudança e pertença. Dá um nome verdadeiro à mudança, deixa coexistir sentimentos diferentes, mostra que ligação continua e oferece um papel ou ritual concreto. O fim não apaga a perda nem promete que tudo vai ficar igual.
A frase visível no catálogo é «Mudamos de casa. A minha casa vai dentro de mim. Também estou aqui.». A receita final fixa também a frase do adulto, a frase da criança, a intervenção principal e a prática em casa.
A mesma receita coordena a história ilustrada, a narração, a canção, a atividade e o guia para famílias.
As âncoras são verificadas nas cinco peças. Se uma muda, revê-se o Momento completo para evitar indicações contraditórias.
As mudanças de casa abalam a segurança da criança. Manter as rotinas e os objetos conhecidos, contar a mudança com antecedência e dar-lhe um papel na casa nova ajuda a reconstruir a sensação de lar e previsibilidade.
Fonte: Zero to Three, transições na primeira infância; objetos de transição (Winnicott)
Com base na psicologia do desenvolvimento e em fontes citáveis. Não substitui a avaliação de um profissional; perante qualquer preocupação, fala com o teu pediatra.
A história ilustrada, com o nome dele e a vossa situação exata no centro do conto
A história em áudio com uma só voz calorosa, para ouvir sem ecrã
A canção do Momento, feita à medida desta mesma situação
A atividade guiada para praticar a competência a brincar, com coisas de casa
O guia para famílias: a necessidade por baixo e as palavras exatas para o momento difícil
Entrega digital por email. O prazo confirmado será mostrado antes do pagamento.
Pratiquem-no a brincar
Os seus tesouros viajam com ele e abrem a casa nova
Sustenta a sensação de lar no que se mantém (pessoas, rotinas, objetos) para que o lugar novo deixe de meter medo.
Esta proposta ainda não está à venda: a Samantha tem de aprovar o Momento completo e os seis idiomas.